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25/07/2012

O Dia fora do Tempo

:: Rita Barreto ::

Durante sua permanência no planeta Terra os Maias cósmicos (seres interdimensionais) nos ensinaram os segredos do tempo galáctico, cientes dos ciclos lineares limitadores a que todos nós seres humanos fomos submetidos. Sabiam que tínhamos perdido a habilidade natural de perceber os ciclos de Luz Cósmica ao longo de nossa existência, e que esta forma linear do tempo atual é controladora e esconde os verdadeiros aspectos multidimensionais do tempo.
A contagem do tempo Maia se baseia em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo 364 dias, mais um chamado de ‘Fora do Tempo’...

Os Maia consideram este dia como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias, liberar o que já não é mais preciso, agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os aspectos. Agradecendo inclusive mesmo os momentos aparentemente ruins ou dramáticos, pois terão sido importantes aspectos de nosso aprendizado e evolução como seres humanos cuja essência é espiritual.
Nesse dia que manifesta uma maior conexão com a Essência Geradora, os antigos Maias reservavam muito tempo para orar, meditar e receber a orientação interior quanto aos próximos passos a serem dados no Caminho em direção ao Pai.

No dia 26 de Julho recomeça um novo ciclo com o nascimento astronômico de Sirius, que se eleva no horizonte junto com o Sol, trazendo uma energia de limpeza e purificação interior, trabalhando sutilmente nossos corpos sutis, principalmente o emocional.
O novo ciclo será regido pela Lua (Lua Planetária Vermelha) estimulando a necessidade de limpar casa, relacionamentos, pensamentos, medos, culpas, tristezas, magoas; enfim, largando de vez ‘aquela mala sem alça’
DIA FORA DO TEMPO ~ 25 DE JULHO

PRECE ÀS SETE DIREÇÕES GALÁCTICAS:

Desde a Casa Leste da Luz
Que a sabedoria se abra em aurora sobre nós
Para que vejamos as coisas com claridade

Desde a Casa Norte da Noite
Que a sabedoria amadureça entre nós
Para que conheçamos tudo desde dentro

Desde a Casa Oeste da Transformação
Que a sabedoria se transforme em ação correta
Para que façamos o que tenha que ser feito

Desde a Casa Sul do Sol Eterno
Que a ação correta nos dê a colheita
Para que desfrutemos os frutos do ser planetário

Desde a Casa Superior do Paraíso
Onde se reúnem o povo das estrelas e os antepassados
Que suas bençãos cheguem até nós agora

Desde a Casa Interior da Terra
Que o pulsar do coração de cristal do planeta
nos abençoe com suas harmonias
Para que acabemos com as guerras

Desde a Fonte Central da Galáxia
Que está em todas as partes ao mesmo tempo
Que tudo se reconheça como luz e amor mútuo

Ah Yum Hunab Ku Evam Maya E Ma Ho!
“Salve a Harmonia da Mente e da Natureza!”

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COMO FAZÊ-LA:

Dia Fora do Tempo. E essa importante data tem, em seu ritual, uma das orações mais lindas que conheço: a Oração das 7 Direções Galácticas.
Nela, saudamos o norte, o sul, o leste e o oeste.
Saudamos, também, as estrelas, os ancestrais, a mãe Terra e a fonte Central da Galáxia e do Universo, a energia que permeia a tudo e à todos.

>> Para fazê-la, é interessante apontar nossos corpos e recepcionar a energia com nossas mãos de cada uma dessas direções. Ou seja, se estivermos falando da Casa Leste, estamos virados para o Leste; quando partirmos para a Casa Norte, nos voltamos para o Norte, e assim por diante.

A diferença é que, ao saudarmos a Casa Superior do Paraíso, apontamos ambas as mãos para cima, sentindo toda a energia que vem do céu. Já quando falamos a casa Interior da Terra, apontamos as nossas mãos para o chão.
O mais interessante é que, ao saudarmos a Fonte Central da Galáxia, colocamos ambas as mãos em nosso coração, trazendo as energias para nós, entrando em contato com a nossa essência e admitindo que somos parte do Todo.

Caso você não tenha uma bússola, basta observar onde o Sol nasce, que é a casa Leste. Quando você se colocar de frente para essa direção, à sua esquerda estará o Norte, atrás de você o Oeste e à sua direita o Sul.

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ALGUMAS DICAS... caso vocês queiram fazer um ritual no Dia Fora do Tempo:

1. Caso vocês queiram fazer um grande círculo com as pessoas que estejam presentes, não esqueça de, ao dar as mãos, deixar a palma da mão direita para cima e a esquerda para baixo, criando um campo ressonante harmônico.

2. Caso você queira fazer uma fogueira e um fogo sagrado, construa, no início, uma seta voltada para o norte magnético, apontando seu fogo para lá.

3. O mais importante: Ouça seu coração, divirta-se, faça arte, esteja ainda mais feliz nesse dia.

***Lembre-se que esse é um dos dias mais fortes no calendário da paz e a luz e o amor estarão fluindo com mais força.

Esse dia também tem um hino: o Paz pela Paz. Escrito por Nando Cordel, ele tem uma letra bastante simples, que fala direto com nosso coração.

Um ótimo Dia Fora do Tempo para vocês,
Que a luz e o amor guiem cada um de seus passos,
Namastê,




Menos orgulho = bem mais felicidade!
:: Rosana Braga ::

Se você não sabe exatamente quanto pesa ou quanta influência tem o seu orgulho sobre seus pensamentos, sentimentos e decisões, saiba que ele começa sempre como uma voz. Uma voz tagarela, incessante, que não para de falar dentro da sua mente. Essa voz quer convencê-lo de que o melhor e mais providencial a fazer é continuar nutrindo essa raiva ou o que poderíamos chamar de indignação negativa.

Comparo o orgulho a sentimentos ruins e tensos porque ele vem sempre seguido da equivocada impressão de que você está certo e o outro está errado, seja pelo que fez, pelo que disse ou simplesmente por ser quem ele é, do jeito que é! Como se você fosse ou ao menos estivesse, neste momento, superior, melhor, mais certo.

Bem, partamos do seguinte princípio: se seu orgulho está se sobrepondo aos seus sentimentos leves e gostosos, tais como alegria, paciência e capacidade de relevar, o mais inteligente mesmo é você começar a se responsabilizar por essa dinâmica. Tá! É verdade que o outro pode ter provocado essa sensação incômoda em você, mas quem manda nisso tudo é, em princípio, você mesmo!

Sendo assim, a pergunta é: o que você realmente quer fazer em relação a essa pessoa ou situação? Convenhamos que, se não for importante, nem vale a pena se desgastar. Mas se for importante, será que vale a pena insistir neste orgulho que mais serve para roubar a sua paz e o seu prazer de viver do que para resolver ou lhe fazer algum bem?

Quantos amores, amizades e prazeres você já perdeu por causa de sentimentos como raiva e ressentimento? Quantas vezes já sofreu à toa por decidir não dar o braço a torcer numa discussão ou por não reconhecer e admitir que desta vez foi você quem errou? Quantas vezes amargou a solidão e pôs a perder um dia feliz simplesmente por orgulho? Orgulho bobo, infantil e inútil?

Que tal arriscar uma nova atitude, um novo comportamento? Que tal testar um novo jeito de ser? Você não tem nada a perder! Pelo contrário, só tem a ganhar! Que tal prestar mais atenção no seu mau-humor e interrompê-lo com uma gostosa e inteligente gargalhada de si mesmo?

Não espere chegar à beira da morte para se dar conta do que realmente importa em sua vida. Por mais que essa advertência possa parecer clichê, trata-se de uma verdade indiscutível e de um momento irremediável. Quando a gente descobre que a vida pode acabar em um segundo, de uma hora para outra, sem que tenhamos sequer a chance de cumprir aviso prévio, nossos sentimentos ganham novos valores. Ganham valores bem mais reais.

O fato é que damos importância demais ao que, muitas vezes, não tem importância nenhuma. E se tem alguma, poderia ser tratada de forma bem menos contundente, bem mais flexível. Tente só por hoje. Tente só desta vez. Não pelo privilégio que vai oferecer ao outro, mas, sobretudo, pelo imenso bem que vai fazer a si mesmo.

E assim, cada vez que relevar, perdoar, esperar, não brigar e reconhecer quando errar, mais fracos e sem sentido vão ficar o seu orgulho, a sua raiva e o seu ressentimento. E pode apostar: mais leve, mais divertido, mais gostoso e mais bonito você vai se tornar! Mais incrível e inesquecível será conhecer e se relacionar com uma pessoa como você!


http://somostodosum.ig.com.br/
Desafios
:: Elisabeth Cavalcante ::

Há muitos momentos na vida em que os desafios que precisamos enfrentar nos parecem intransponíveis. Nestas ocasiões, nossa primeira tendência é pensar: por que tenho de enfrentar tais dificuldades?

De fato, para algumas pessoas, a existência parece tão simples e isenta de problemas. Para outras, no entanto, os obstáculos surgem o tempo todo. Por qual razão isto ocorre, nos perguntamos?

A resposta certamente passa pelo grau de consciência e maturidade espiritual em que cada um se encontra, e que difere de um ser humano para outro. Ao analisarmos uma carta astrológica natal, os desafios surgem de modo bastante claro.

E, sem dúvida alguma, eles se destinam a promover nosso crescimento, a evolução que precisamos alcançar em nossa jornada atual no planeta. Quanto maior a resistência em encará-los com coragem e determinação, mais tempo levaremos nos queixando e perdendo, assim, a oportunidade de avançar no desenvolvimento da consciência.

Ao invés de nos mantermos focados nas dificuldades e nas limitações, - seja nas nossas próprias ou nas que observamos em nossos semelhantes-, o mais sensato é direcionar nossa energia para encontrar o poder interior que todos possuímos. Somente ele pode nos conceder a capacidade de sobreviver às piores dores e, através delas, nos tornarmos muito mais fortes e conscientes.

A VIDA NÃO PODE CRESCER SEM DESAFIOS

"A morte irá tirar tudo de você. De mãos vazias você veio e de mãos vazias você irá ... a menos que você olhe para dentro, você vai permanecer vazio.

Olhe para dentro e você se tornará um imperador, o mendigo imediatamente desaparece de você. A mente é um mendigo e a alma é um imperador.

Conhecer a si mesmo é saber que nada é necessário, que tudo já está dado. "Que eu tenho o maior tesouro, que eu tenho todo o reino de Deus, que não há nada a adicionar a ele - nada pode ser acrescentado a ele, ele já é perfeito".

Então, se você deseja pesquisar e procurar, procure pelo verdadeiro tesouro - que não pode ser tirado pela morte. Este é o critério: o que pode ser levado pela morte é um tesouro falso, o que não pode ser tirado pela morte é o verdadeiro tesouro.

E haverá muitos problemas e muitas dores na vida - eles fazem parte do crescimento. Aceite-os pelo que são. Isso não significa tornar-se mórbido, isso não significa tornar-se um masoquista.

Tudo o que acontecer, suporte. Mas se você pode melhorá-lo, se você pode modificá-lo, modifique-o...Um perigo é que as pessoas começam a brigar com cada dor na vida, querem evitar todas as dores - mas, então, o crescimento é evitado. Esta é uma armadilha.

Outra armadilha é: as pessoas começam a aceitar as dores, não só aceitá-las, mas convidá-las- não somente convidar mas criar dores. Como se através de muitas dores, elas fossem crescer mais rápido. Elas se tornam autodestrutivas, elas tornam-se suicidas. Ambos são extremos e ambos têm de ser evitados.

Se alguma dor vier em sua vida, aceite-a, suporte-a - atentamente, cresça através dela. Se você perceber que pode modificá-la um pouco aqui e lá, então, modifique - porque a modificação também é parte do crescimento...

O sábio não está exposto, realmente, a qualquer agonia, qualquer inferno.
Seja o que for a que o sábio esteja exposto, é parte de uma vida de crescimento.

A vida não pode crescer sem desafios. E dores, misérias, sofrimentos, trazem desafios. Você não pode tornar-se consciente sem sofrimento. Sofrimento evoca a consciência em você".
OSHO -

18/07/2012

A MENSTRUAÇÃO E A LUA
Autor: José Laércio do Egito


" Embora a ciência oficial não reconheça, nem por isso deixa de existir uma forte ligação entre a Lua e a mulher, a qual deixou de sentir a interação entre a sua menstruação e as fases da Lua, como resultado de um ardil estabelecido contra o feminino. Hoje as mulheres vivem repletas de queixas orgânicas, psíquicas preocupantes, e para se curar de inúmeros distúrbios não será por meio do uso apenas de remédios, bem mais que isso ela precisa reintegrar-se com a natureza em geral e com a Lua em especial.
Não se pode negar que a Lua exerce uma ação muito grande sobre vários elementos da terra. Não é somente sobre o mar, produzindo marés. Existe o chamado princípio físico da capilaridade que controla o fluxo líquido em tubos capilares. Tudo o que depende de irrigação capilar, sofre influencia da Lua, pois ela não tem ação somente sobre a macro-maré (oceano), mas também nas micro-marés (fluxos capilares).
O mecanismo que faz com que a seiva de um vegetal flua para cima é regido pelo principio da capilaridade. É por isso que a Lua interfere tanto na terra. Se não houvesse o efeito da Lua, o mecanismo de capilaridade, de fluxo de seiva seria totalmente diferente e com certeza o mundo vegetal seria diferente, composto por outro tipo de flora; consequentemente tudo aquilo que depende das formas vegetais conhecidas seriam influenciadas. Sem a Lua não haveria maré, e sem maré o ritmo do vento seria diferente, assim toda a vida manifesta biologicamente na terra seria drasticamente afetada. A menstruação é um processo que envolve vasos capilares (micro artérias e veias), portanto sujeita aos princípios físicos que regem a capilaridade. Naturalmente a gravidade lunar interfere nesse processo do qual a menstruação tem a ver diretamente. Essa é uma explicação física, mas há outros processos em nível de energia que nesta palestra declinamos de descrever.

Na verdade o organismo produz hormônios que agem sobre a circulação genital, em especial a ovariana e uterina; agem sobre a micro circulação genital e disso resulta um conflito muito grande, por um lado a substancia química provocando, por exemplo, uma dilatação, enquanto por outro a Lua provocando uma vaso constrição. É bem diferente quando as duas ações estão em sincronia.
Diante do que escrevemos; a mulher deve estabelecer uma sincronização do seu organismo com as fases da Lua. Para isso há vários meios, talvez o mais simples seja o estabelecimento de um diálogo constante com a Lua, falar com ela, vê-la com carinho, admira-la; cante canções que falam do luar; escute música relacionada, permaneça algum tempo exposta a sua luz. Converse com ela, aja como se ela fosse sua confidente. Na verdade talvez essa comunicação não ocorra como algo objetivo, mas o propósito é condicionar a mente a interagir de acordo com a fase da Lua. Nenhum aparelho pode registrar que um diálogo seja assim estabelecido, mas indubitavelmente a mente começa a atuar de conformidade com o rito lunar. Mesmo que o mecanismo de atuação seja imaginativo, seja um processo de condicionamento mental, não faz diferença, não importa se se trata de uma ocorrência objetiva, pois o que realmente interessa que seja efetiva, mesmo que se trate de algo se é algo objetivo, ou mesmo sugestivo, ocorre. O que é significativo é a ocorrência de um condicionamento mental atuante.
Na fase crescente, procure imaginar seu útero aumentando suavemente de volume, sua menstruação ocorrendo na fase da Lua Cheia, que independentemente do processo que determine isso a mente que comanda as funções orgânicas, o fluxo menstrual vai se regularizando progressivamente. Quando a imagem da Lua for diminuindo, visualize o útero também diminuindo.

Por certo que a pessoa com essa prática não vai sentir o efeito nos primeiros meses; a dissintonia que existe na maioria das mulheres é um processo demorado de ser solucionado, pois precisa ser quebrado aquilo que por anos e anos foi sendo estabelecido. Romper com um processo “cristalizado” não acontece rapidamente. Mas, com a persistência o efeito será notável; chegará o momento em que o organismo estará plenamente sincronizado com as fases da lua.
Assim como na crescente a imagem lunar vai se ampliando, o mesmo também irá ocorrendo com o endométrio, para iniciar o processo menstrual nos dias da Lua Nova. Ver a Lua como se ela fosse se esvaziando – minguando – e o mesmo ocorrendo em seu organismo, que algo está se exaurindo dele (energia espúria). Esse processo necessita tempo, mas após poucos anos seu ciclo estará totalmente em sincronia com a fase da lua, por certo a menstruação ocorrerá na lua cheia, sua saúde ginecológica será ótima e a menopausa sem problemas. No passado, em especial nas culturas nativas, a menstruação era uma atividade fisiológica com ciclo exato de 28 dias (ciclo lunar) e a menstruação ocorria precisamente na Lua Nova. Na medida em que a mulher perdeu o vinculo com a Lua, a sua menstruação se tornou aleatória, irregular em freqüência em duração, e isso é causa de muitos distúrbios ginecológicos, e de outros sistemas orgânicos, em especial no campo psíquico.

Não estamos afirmando, mas também não estamos negando, que esse processo de sintonia seja determinado fisicamente por alguma força física da Lua. Para as pessoas comuns, é mais fácil aceitar que seja uma decorrência de um condicionamento puramente mental. Não se pode negar que o mental pode facilmente ser condicionado, o organismo tem os chamados reflexos condicionados; muitas funções podem ser condicionadas, e essa interação entre a mulher e a Lua também o pode ser. Certos exercícios podem atuar como efetivadores de reflexos orgânicos, e no caso em estudo, regularizando o ciclo menstrual e, consequentemente, corrigindo muitos distúrbios.
Entre as mulheres vem sendo desenvolvida uma repulsa tão grande à menstruação, que muitas estão provocando através se hormônios uma amenorréia (falta de menstruação). O resultado é previsível, elas pensam que ficam livres do incômodo físico, na verdade isso acontece, porém a um altíssimo custo. Elas ignoram que com essa prática vão se tornando um “poço” de problemas orgânicos, de distúrbios cada vez mais sérios, em especial na área mental, um processo crescente de neurotização ou o que é pior de cancerização.
A Lua não atua sem o Sol, há necessidade de plena interação entre esses dois astros, de igual forma a mulher não atua plenamente sem o homem. Masculino e feminino são polaridades de uma mesma condição. Na união das polaridades está o Infinito, na verdadeira união entre o masculino e o feminino está o equilíbrio infinito.
Há muitos outros exercícios para a regularização da menstruação. Há outros complementares, e até mesmo básicos para o restabelecimento da interação entre a mulher e a natureza.
Avante, tenham coragem, invistam no processo de sua libertação, reconquistem o poder feminino que lhe usurparam. Você, minha amiga, lembre-se, é representante da Mãe Natureza.
Os lenhadores sempre afirmaram que a madeira cortada em período de lua cheia facilmente era atacada por insetos, por isso para a obtenção de madeira resistente eles só abatiam arvores em “noite escura” – período de lua nova. Os botânicos diziam que isso não tinha fundamente, que era superstição apenas, mesmo que a pratica mostrasse o inverso. Depois foi a própria ciência quem descobriu a razão. No período de lua cheia os capilares que conduzem a seiva se dilatam e assim muitos alcalóides podem ascender pelo caule. Quando a arvore é derrubada nessa fase há mais desses alcalóide e consequentemente mais alimento para insetos, tais como o cupim, por exemplo. Assim mais facilmente a madeira é preferida pelos insetos devoradores."

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