
Terra Mulher
A mulher antiga era
reverenciada e admirada pelos seus quadris largos e corpo robusto, pois,
se assim fosse, seria considerada uma mulher mais fértil.
A Mãe Terra era celebrada em todos os seus ciclos e todos tinham um profundo sentimento de agradecimento pelo seu ventre fértil que gerava comida para todos.
Assim, a Terra e a Mulher eram sagradamente consideradas como as que
davam a luz para uma nova vida. Seja a mulher com um filho, ou a terra
com o alimento, as duas se sentiam muito próximas, pois sabiam e
entendiam o prazer de parir.
Elas cantavam, a mulher com sua voz, e a terra com seus pássaros.
Elas dançavam, a mulher com suas ancas, e a terra com o seu vento nas árvores.
Elas se perfumavam, a mulher com sua essência natural, e a terra com suas flores.
Elas viviam alegremente, festejando e honrando cada momento juntas.
Se te recordares desse tempo, sentirás o quanto eras feliz. Sentirás o
poder do conhecimento. Sentirás tua sabedoria ancestral, tua intuição e
criatividade que foram perdidas por séculos de rejeição pela tua própria
identidade.
Ama-te, mulher. Ama a tua essência. Ama o que te trouxe aqui.
Ama e reconheça o Ser Total que és.
Retoma esse contato com a tua melhor amiga, esse contato que te
impuseram a esconder, renegar, maltratar, alegando que era errado,
insensato, ruim, incapaz.
Não deixes que ninguém decida o que é melhor para ti. Tudo está aí dentro, basta conectar.
Entrega-te novamente àquele prazer sem rótulos, àquele prazer de estar simplesmente nua.
(recebido via email do irmão Gelson Monteiro!)
Lua mulher,
danço a teus pés
e voa minha alma
e alcanço a mensagem dos céus
para traze-las à terra
magia, pura magia está em minhas mãos
uma união
que pinta paisagens
emoções e cantos
magia e luz
reflete em meu sorriso
sublime
ao amanhecer
quando está brilhando a relva
lua mulher
estrela de corpo novo
minha vóz de mel
quando alcanças
como um grito de amor
acima, aos céus
minha vóz alcança o céu e voa
com beija flor, em circulos
sobre o céu majestoso
onde as bruxas azuis
conjuram bem aventuranças
com os anjos brilhantes
lua mulher
a que guia os buscadores da paz
nossas mãos lembram o milho
fazendo o pão
banham os filhos
com uma canção ancestral
que emergem da água bendita
do manancial do teu útero
Lua mulher
pombra que voa, voa
sempre voa
para alcançar a luz
para comover o silencio
lua mulher
eu te venero
te canto
te rezo
te sinto raíz
mãe do fogo
zelosa guardiã da vida
hoje no tempo da terra
levanto minha vóz
e me entrego!

Roda do Arco Íris - Profecia Hopi
"Roda do Arco-Íris, doadora de vida
Com suas chuvas purificadoras.
Unindo todas as cores, os Filhos da Terra
Voltarão a andar em Paz.
Roda do Arco-Íris, anuncias
Que teus Guerreiros já estão me pé,
As irmãs e irmãos em Harmonia,
A tua Luz em seus olhos.
Roda do Arco-Íris toca os nossos corações,
E nós por certo voaremos. Não sós ou separados,
Nossas cores rodopiando no Céu".
Entre os Navajos e os Hopis a Deusa da Roda do Arco-Íris, ou o Círculo
do Arco-Íris, é a portadora das chuvas amigas que alimentam as Três
Irmãs - Milho, Abóbora e Feijão - durante o verão, para que o Povo
também possa ser alimentado. Vemos muitas vezes uma imagem da Roda do
Arco-Íris servir como tema para pintura na areia, uma antiga Arte de
Cura Sagrada empregada pelos Clãs de Cura destas Nações.
A
Deusa da Roda do Arco-Íris chega de todas as Quatro Direções e gira como
uma suástica, de modo a cobrir todas as direções. O lado de fora do
Círculo Sagrado é protegido por outra Deusa da Roda do Arco-Íris, que se
inclina no Espaço, criando com seu próprio corpo um cálice que recolhe a
chuva e protege todo círculo. Sem as bênçãos da Chuva, as Três Irmãs
morreriam e o Povo não poderia mas continuar a ser alimentado.
A
Roda do Arco-Íris representa a promessa de Paz entre todas as Nações e
entre todo o Povo. A Raça do Arco-Íris vem reforçar a igualdade entre as
nações e se opõe a idéia de uma raça superior que controlaria ou
conquistaria outras raças. A Raça do Arco-Íris vem para trazer a Paz,
através da consciência de que todas as raças constituem na verdade uma
raça só. O Arco-Íris encarna a idéia da Unidade de todas as cores e a
idéia de que todos os credos devem trabalhar juntos, visando o bem
comum. Quando todos os Caminhos que conduzem a Totalidade forem
respeitados por todos os povos, a profecia do Arco-Íris estará sendo
cumprida.
Na época em que vivi no México e trabalhei com as
Avós, junto a sociedade do Búfalo da Dimensão dos Sonhos, ou com a
Fraternidade Feminina, descobri que muitas profecias derivadas de
Videntes e Sonhadores haviam se conservado através dos Tempos. A
profecia da A Roda do Arco-Íris, por exemplo, era bastante clara.
Quando o Tempo do Búfalo estiver para chegar, a terceira geração de
crianças de olhos brancos deixará crescer os cabelos, e começará a falar
do Amor que trará a cura para todos os filhos da Terra. Estas crianças
buscarão novas maneiras de compreender a si próprias e aos outros.
Usarão penas, colares de contas, e pintarão os rostos. Buscarão os
Anciões da nossa Raça vermelha para beber da fonte de sua Sabedoria.
Estas crianças de olhos brancos servirão como sinal de que os nossos
Ancestrais estão retornado em corpos brancos por fora, mas vermelhos por
dentro. Elas aprenderão a caminhar em equilíbrio na superfície da mãe
terra, e saberão levar novas idéias aos chefes brancos. Estas crianças
também terão de passar por provas, como acontecia quando eram Ancestrais
vermelhos. Serão usadas substâncias pouco comuns, como Água de Fogo por
exemplo, para observar se ela continuarão a caminhar firmemente dentro
do Caminho Sagrado.
A geração dos filhos da flor atravessou
essa parte da profecia e alguns deles conseguiram permanecer dentro do
Caminho Sagrado. Outros se perderam por algum tempo e agora estão
retornado a caminho de forma mais harmoniosa. Alguns se desiludiram e
esqueceram os altos ideais que os alimentaram quando seus corações eram
jovens, enquanto outros estão despertando, apressando-se para retornar
ao Caminho da Sabedoria.
Vovó Cisi olhava para mim com seus
olhos espelhados, suas palavras me calavam a fundo; ela falava da
Profecia do Arco-Íris e eu sentia meu coração às vezes apertado, as
vezes enchendo-se de Amor e de Esperança. Ela me falava da volta do
Búfalo à Ilha da Tartaruga (América), e de como os nossos rebanhos
voltariam a ser numerosos.
Após o retorno do Búfalo, a geração
que se seguisse a dos Filhos da Flor viveria o Amanhecer do Quinto Mundo
da Paz. Esse quinto mundo é chamado pêlos Índios de pônei vacilante que
logo ao nascer tentaria se firmar em suas patas. Ela declarou que esse
movimento vacilante seria sentido pela Mãe Terra, e que ocorreriam
mudanças no solo e nas águas. Este movimento provocaria um novo tipo de
emoções e de sentimentos entre os filhos da Terra, o que apressaria as
mudanças. Muitos sonhos coloridos seriam trazidos para o Tempo-de-Dormir
e para o Tempo-de-Sonho destes novos Guerreiros do Arco-Íris, e eles
aprenderiam de novo a Caminhar em Equilíbrio. As mudanças ocorridas em
nossa Mãe Terra trariam medo às suas crianças, porém mais tarde
conduziriam a Consciência da Unidade, no seio de um-só-Mundo,
um-só-Povo.
Vovó Berta se divertia toda vez que chegávamos a
essa parte da Profecia, porque os meus olhos se arregalavam como se
fossem faróis, e eu não conseguia ficar parada um só instante. Então
Vovó Berta pedia que Vovó Cisi parasse de contar a história por aquele
dia e me deixava na maior expectativa até o dia seguinte. Ela fazia isso
só pra mexer comigo. Finalmente Vovó Cisi recomeçava a história,
dando-me tapinhas no joelho, para fazer com que eu prestasse atenção ao
ritmo da Profecia. Ela sentia que minha mente girava em torno de minhas
próprias projeções. Eu queria mesmo era ficar fazendo um monte de
perguntas sobre como, quando, onde e por que! Eu queria saber todos os
detalhes. Tinha vinte e dois anos na época e era muito impaciente, mas
consegui me controlar e ficar em silêncio para que ela pudesse
continuar.
A Roda do Arco-Íris surgirá sob a forma de um
"Cachorro do Sol" para todos aqueles que estiverem prontos para vê-la. O
Cachorro do Sol forma um Círculo de Arco Íris completo ao redor do Sol e
possui brancas luzes brilhantes apontando para as Quatro Direções. O
Cachorro do Sol é um fenômeno natural raro e foi batizado assim pelos
Nativos Americanos. O nome agora é usado por cientistas do mundo
inteiro. Muitos Cachorros do Sol serão vistos quando se aproximar o
Tempo do Búfalo Branco. Esta será a Linguagem que o Céu usará para nos
dizer que já chegou o momento de partilhar os Ensinamentos Secretos e
Sagrados entre todas as raças. Muitos Filhos da Terra despertarão para
assumir a responsabilidade dos ensinamentos e o processo de Cura
Planetária começará a tomar novo impulso.
Vovó Berta sorria com
um olhar distante, sabendo que já estaria na Estrada Azul do Espirito
quando chegasse o Tempo do Búfalo Branco. Vovó Cisi também já estaria no
acampamento do Outro Lado, porém ambas me prometeram que, assim que
soasse a hora certa para divulgar esses ensinamentos, estariam a meu
lado, me ajudando.
As Avós também me falaram das mudanças que
os Filhos da Terra sofreriam durante este movimento vacilante - ou
Processo de Cura - no momento em que as Rodas do Arco Íris girassem em
seus sonhos. Elas declararam:
"Muitos Filhos da Terra passarão a
se recordar dos objetivos desta Caminhada pela Terra e aprenderão a
desenvolver seus dons para poder auxiliar a toda a humanidade. A Verdade
dissolverá os nós da separatividade e a Bondade prevalecerá. Alguns
detalhes acerca das mudanças que ocorrerão na Terra virão em Sonhos.
Algumas pessoas receberão sinais indicando que deverão se mudar para
locais bem mais seguros. Outras serão informadas de que sua ajuda se
fará necessária em determinados locais em que ocorrerão as mudanças.
Todos deverão confiar em sua visão pessoal e deverão ser capazes de
ouvir seus corações para poder auxiliar o Todo. As pessoas se tornarão
capazes de utilizar seus dons alegremente, e saberão qual é o seu papel
específico dentro deste grande Elo Universal. Os outros ensinamentos da
profecia da Roda do Arco-Íris só serão transmitidos mais tarde, quando
mais pessoas já estiverem despertado para seu potencial interno."
Em nossa tradição Seneca foi a Vovó Twylah quem me ensinou os diversos
usos do Círculo do Arco Íris da Paz. Quando estamos enfrentando alguma
dificuldade, podemos lançar mão da Roda do Arco Íris da Paz,
visualizando-o em torno daquela situação, das pessoas envolvidas e do
motivo da desarmonia. Depois, piscamos os olhos alegremente, fazendo com
que toda aquela imagem seja envolvida pela Paz interna. Podemos ainda
usar esta técnica junto a outros rituais, colocando os nossos objetivos
dentro da Roda do Arco Íris da Paz.
Os nossos objetivos são
inspirados na Tradição da Confederação da Paz Iroquesa, que utiliza os
Doze Ciclos da Verdade para que a Paz se manifeste. Os Doze Ciclos da
Verdade são os seguintes: Aprender a Verdade, Honrar a Verdade,
Organizar a Verdade, Observar a Verdade, Apresentar a Verdade, Amar a
Verdade, Servir a Verdade, Viver a Verdade, Trabalhar a Verdade,
Caminhar com a Verdade, Ser Grato pela Verdade. Quando convidamos a
Verdade total a penetrar em nosso Espaço Sagrado, estilhaçamos os
grilhões da separatividade e da ilusão, que constituem a base da
desarmonia.
A Roda do Arco Íris da Paz destrói as mentiras que
fizeram os Filhos da Terra desconfiarem uns dos outros e substitui a
ilusão da separatividade pela afirmação da Totalidade. Quando a Deusa da
Roda do Arco Íris dos Navajos e dos Hopi vier abençoar a Mãe Terra com
as chuvas da purificação e da regeneração, seus filhos também serão
curados e purificados. Assim que o Arco Íris da Paz dos Senecas
conseguir envolver o Espaço sagrado de cada pessoa, todos passarão a
Caminhar em Verdade, respeitando o Espaço Sagrado do outros indivíduos, e
a Harmonia voltará a reinar em nosso Planeta. Esses Sistemas de
Sabedoria são baseados nos ensinamentos dos Guerreiros do Arco Íris - as
irmãs e irmãos que trabalham pela União do Quinto Mundo e lutam pela
vitória da Paz no Planeta.
Nota: (As Cartas do Caminho Sagrado - Jamie Sams - Ed. Rocco.)
http://ecosssdanatureza.blogspot.com.br/

Resgatando o passado, construindo o futuro
Mirella Faur
Durante os milênios da supremacia patriarcal, refletida nos valores
espirituais, culturais, sociais, comportamentais e amparada pela
hierarquia divina masculina, foi negada e reprimida qualquer
manifestação da energia feminina, divina e humana. Resultou assim em uma
cultura exclusiva e destrutiva, centrada na violência, conquista e
dominação, com o conseqüente desequilíbrio global atual. Os homens -
como gênero - não foram os únicos responsáveis pelas agressões e
atitudes extremistas a eles atribuídas; a causa pode ser atribuída à
maneira pela qual a identidade masculina foi criada e reforçada pelos
modelos e comportamentos de “heróis” e “super-homens”. Fundamentados em
seus direitos “divinos”, outorgados inicialmente por deuses guerreiros e
depois reiterados pela interpretação tendenciosa dos preceitos
bíblicos, os homens foram inspirados, instigados e recompensados para
desconsiderar e deturpar as milenares tradições matrifocais e os cultos
geocêntricos. Em lugar de valores de paz, prosperidade e parceria
igualitária, foram instaurados princípios e sistemas de conquista,
exploração e dominação da Terra, das mulheres, crianças e de outros
homens.
Pela sistemática inferiorização e perseguição da
mulher, o patriarcado procurava apagar e denegrir os cultos da Grande
Mãe, interditando os seus rituais, “demonizando” e distorcendo seus
símbolos e valores. A relação igualitária homem-mulher foi renegada, a
mulher declarada um ser inferior, desprovido de alma, amaldiçoado por
Deus, responsável pelos males do mundo e por isso destinada a sofrer e a
ser dominada pelo homem. Os princípios masculino e feminino – antes
pólos complementares da mesma unidade – foram separados e colocados em
ângulos opostos e antagônicos. Enalteceu-se o Pai, negou-se a Mãe e
usou-se o nome de Deus para justificar e promover o código patriarcal, a
subjugação e exploração da Terra e das mulheres. A tradição, os cultos e
a simbologia da Deusa foram relegados ao ostracismo e paulatinamente
caíram no esquecimento. Patriarcado e cristianismo se uniram na
construção de uma sociedade hierárquica e desigual, baseada em
princípios, valores, normas, dogmas religiosos, estruturas sociais e
culturais masculinas.
As últimas décadas do século passado
proporcionaram uma gradativa mudança de paradigmas nas relações e nos
conceitos relativos ao masculino e feminino. No entanto, para que este
avanço teórico se concretize em ações e modificações comportamentais e
espirituais, é imprescindível reconhecer a união harmoniosa e
complementar das polaridades e procurar novos símbolos e rituais para o
seu fortalecimento e equilíbrio. Com o surgimento progressivo de uma
dimensão feminina da Divindade na atual consciência coletiva, está sendo
fortalecido o retorno à Deusa e a revalorização do Sagrado Feminino.
Somos nós que estamos voltando à Deusa, pois Ela sempre esteve ao nosso
lado, apenas oculta na bruma do esquecimento e velada pela nossa falta
de compreensão e conexão com seu eterno amor e poder.
A
principal diferença entre o Pai patriarcal, celeste e a Mãe cósmica e
telúrica universal é a condição transcendente e longínqua do Criador e a
essência imanente e eternamente presente da Criadora, em todas as
manifestações da Natureza.
A redenção do Sagrado Feminino diz
respeito tanto à mulher quanto ao homem. Ao esperar respostas e soluções
vindas do Céu, esquecemos de olhar para baixo e ao redor, ignorando as
necessidades da nossa Mãe Terra e de todos os nossos irmãos de criação.
Para que os valores femininos possam ser compreendidos e vividos, são
necessárias profundas mudanças em todas as áreas: social, política,
cultural, econômica, familiar e espiritual. Uma nova consciência do
Sagrado Feminino surgirá tão somente quando for resgatada a conexão
espiritual com a Mãe Terra, percebida e honrada a Teia Cósmica à qual
todos nós pertencemos e assumida a responsabilidade de zelar pelo seu
equilíbrio e preservação.
O reconhecimento do Sagrado Feminino
deve ser uma busca de todos, porém cabe às mulheres uma responsabilidade
maior, devido à sua ancestral e profunda conexão com os arquétipos,
atributos, faces, ciclos e energias da Grande Mãe.
Uma grande
contribuição na transformação da mentalidade do passado e na expansão
atual da consciência coletiva são os encontros de homens e mulheres em
círculos e vivências comunitárias, para despertar e alinhar mentes,
corações e espíritos em ações que visem a cura e a transmutação das
feridas da psique, infligidas pelo patriarcado. Apaziguar a si mesmo,
harmonizar seus relacionamentos, vencer o separatismo, reconhecer e
honrar a interdependência de todos os seres, evitar qualquer forma de
violência, dominação, competição ou discriminação são desafios do ser
humano contemporâneo, no nível pessoal, coletivo e global. Incentivando a
parceria entre os gêneros e a interação dos planos energéticos
(celeste, telúrico, ctônico) criam-se condições que favorecem a expansão
da consciência individual e contribuem para a evolução planetária.
http://www.teiadethea.org/

Oração para Kwan Yin, a Mãe dos Mil Rostos
Kwan Yin, amada mãe da Humanidade...
Obrigado por estar conosco...
Por nos inspirar a harmonia e o equilíbrio...
Por alimentar nossa alma de bondade e misericórdia...
Por nos mostrar o caminho que nos leva até você.
Você é a Rosa Mística do mundo,
que com sua fragância purifica tudo.
Você é a mãe redentora
que nos protege...
e nos banha no manancial da pureza...
Para nos ajudar a sarar nossos medos, inseguranças
e falsas crenças sobre nós...
E para que possamos chegar a ser os donos de nosso mundo...
De um mundo construído com consciência.
Obrigado, Mãe Divina, por essa sabedoria ancestral...
que nos presenteias a cada instante.
Senhora da paz...
Mestra da contemplação...
Mãe do mundo...
Nutre-nos com a beleza de suas flores...
com sua graça e plenitude...
Senhora do Arco-Iris...
Nutre-nos com os raios do Universo...
e derrama sobre nós seu amor infinito...
Aqui e Agora...
Serena nossos pensamentos...
e nossos sentimentos...
para podermos seguir o caminho de nosso Ser.
Pois você é o sol que ilumina nossa Alma.
Assim È